Artista
Ed Carlos
Recife - PE
Crédito: PE no Carnaval
Sobre o artista
Ed Carlos é um cantor, compositor e instrumentista pernambucano cuja trajetória se confunde com a valorização da música e da cultura popular de Pernambuco. Nascido no Recife, em 28 de outubro de 1967, Edilson Carlos Cassemiro passou parte da infância em São Vicente Férrer, na Zona da Mata Norte, região que teve forte influência em sua formação artística.
O contato com a música começou ainda na infância. Ed Carlos estudou música e atuou como saxofonista, participando de bandas da região. Um dos momentos decisivos aconteceu aos 13 anos, durante o Carnaval de 1980, quando foi convidado a assumir o microfone após a ausência do cantor oficial de uma banda municipal. A experiência marcou o início de sua caminhada também como intérprete.
Na adolescência, começou a participar de festivais e a se aproximar ainda mais da música nordestina. Aos 16 anos, passou a integrar um grupo de forró pé-de-serra ligado ao sanfoneiro Manuel de Teté. Mais tarde, de volta ao Recife, apresentou-se no tradicional Cavalo Dourado, onde integrou a banda da casa e teve contato com importantes nomes da música brasileira e nordestina, entre eles Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Arlindo dos 8 Baixos e Trio Nordestino.
A ligação definitiva com o frevo ganhou força no final da década de 1980. Em 1988, participou do Festival Frevança Ano 10 com a composição "Frevo Alegria". No ano seguinte, recebeu a Sombrinha de Prata como cantor revelação do Frevança Especial. Essas participações ajudaram a consolidar o nome artístico Ed Carlos e abriram caminho para uma carreira profundamente ligada ao Carnaval pernambucano.
Ao mesmo tempo, Ed Carlos nunca abandonou o forró. Em 1992, lançou seu primeiro LP, "Tô Chegando", e construiu um repertório marcado pela valorização das raízes nordestinas. Ao longo dos anos, transitou por ritmos como frevo, forró, coco, ciranda e maracatu, tornando essa diversidade uma das principais características de sua identidade artística.
No Carnaval, tornou-se presença conhecida nos grandes palcos e manifestações populares de Pernambuco. Sua relação com o Galo da Madrugada remonta aos anos 1990, além de apresentações recorrentes no Carnaval do Recife e de Olinda. Sua contribuição para a preservação do frevo ganhou reconhecimento especial em 2011, quando foi registrado pelo RankBrasil por ter gravado 34 frevos de um único compositor, Adilson Pontes Cordeiro.
Outro aspecto importante de sua carreira é a ligação com a obra de Luiz Gonzaga. Ed Carlos dedicou parte de sua produção à preservação do repertório do Rei do Baião, incluindo o álbum "É do Povo – Ed Carlos Canta Gonzagão", no qual interpreta clássicos mantendo elementos tradicionais do forró pé-de-serra.
Ao longo da carreira, acumulou premiações em festivais e apresentações no Brasil e no exterior. Em 2018, por exemplo, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival Nacional do Frevo, realizado no Teatro de Santa Isabel, interpretando "Claudionor, o Menino do Frevo", composição vencedora da categoria Frevo Canção.
Com décadas dedicadas à música, Ed Carlos consolidou-se como um importante intérprete e divulgador da cultura pernambucana. Sua trajetória une o frevo das ruas e dos grandes carnavais ao forró e a outras manifestações tradicionais, mantendo viva a obra de grandes mestres e levando a identidade musical de Pernambuco para diferentes gerações e palcos.
O contato com a música começou ainda na infância. Ed Carlos estudou música e atuou como saxofonista, participando de bandas da região. Um dos momentos decisivos aconteceu aos 13 anos, durante o Carnaval de 1980, quando foi convidado a assumir o microfone após a ausência do cantor oficial de uma banda municipal. A experiência marcou o início de sua caminhada também como intérprete.
Na adolescência, começou a participar de festivais e a se aproximar ainda mais da música nordestina. Aos 16 anos, passou a integrar um grupo de forró pé-de-serra ligado ao sanfoneiro Manuel de Teté. Mais tarde, de volta ao Recife, apresentou-se no tradicional Cavalo Dourado, onde integrou a banda da casa e teve contato com importantes nomes da música brasileira e nordestina, entre eles Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Arlindo dos 8 Baixos e Trio Nordestino.
A ligação definitiva com o frevo ganhou força no final da década de 1980. Em 1988, participou do Festival Frevança Ano 10 com a composição "Frevo Alegria". No ano seguinte, recebeu a Sombrinha de Prata como cantor revelação do Frevança Especial. Essas participações ajudaram a consolidar o nome artístico Ed Carlos e abriram caminho para uma carreira profundamente ligada ao Carnaval pernambucano.
Ao mesmo tempo, Ed Carlos nunca abandonou o forró. Em 1992, lançou seu primeiro LP, "Tô Chegando", e construiu um repertório marcado pela valorização das raízes nordestinas. Ao longo dos anos, transitou por ritmos como frevo, forró, coco, ciranda e maracatu, tornando essa diversidade uma das principais características de sua identidade artística.
No Carnaval, tornou-se presença conhecida nos grandes palcos e manifestações populares de Pernambuco. Sua relação com o Galo da Madrugada remonta aos anos 1990, além de apresentações recorrentes no Carnaval do Recife e de Olinda. Sua contribuição para a preservação do frevo ganhou reconhecimento especial em 2011, quando foi registrado pelo RankBrasil por ter gravado 34 frevos de um único compositor, Adilson Pontes Cordeiro.
Outro aspecto importante de sua carreira é a ligação com a obra de Luiz Gonzaga. Ed Carlos dedicou parte de sua produção à preservação do repertório do Rei do Baião, incluindo o álbum "É do Povo – Ed Carlos Canta Gonzagão", no qual interpreta clássicos mantendo elementos tradicionais do forró pé-de-serra.
Ao longo da carreira, acumulou premiações em festivais e apresentações no Brasil e no exterior. Em 2018, por exemplo, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival Nacional do Frevo, realizado no Teatro de Santa Isabel, interpretando "Claudionor, o Menino do Frevo", composição vencedora da categoria Frevo Canção.
Com décadas dedicadas à música, Ed Carlos consolidou-se como um importante intérprete e divulgador da cultura pernambucana. Sua trajetória une o frevo das ruas e dos grandes carnavais ao forró e a outras manifestações tradicionais, mantendo viva a obra de grandes mestres e levando a identidade musical de Pernambuco para diferentes gerações e palcos.